— Tudo bem, estrelinha — o que parece ser o líder diz, a voz rouca, os olhos fixos em Vega. — A gente só quer a sua amiga.
As palavras são como um soco no estômago.
E eu fico petrificada por um segundo.
Vejo o corpo de Vega retesar ao meu lado, mas ela não recua um centímetro. Seu rosto sempre angelical agora está transformado por uma máscara de fúria contida, mas a voz sai em um tom perigosamente baixo:
— O que você pegar… — ela diz, o olhar vidrado nele — é seu.
O homem abre um sorriso sujo.