Toda vez que eu fechava os olhos, as raízes voltavam.
E o cheiro das folhas secas parecia impregnado nos lençóis e na minha cabeça, junto com a frieza voz dele.
“Morreram. Cada pé secou”.
Agora, a luz da manhã entra pela janela, mas meu sangue está correndo mais rápido e mais quente nas veias pela falta de sono, como se não tivesse desacelerado nem por um instante. Sem pausa e sem descanso.
Só mais uns minutos para o plano começar.
Sento na mesa do café da manhã, para continuar a encenação de