O silêncio depois da desintegração da rosa me deixa completamente atônita. Olho para os restos pretos e mofados no tapete e depois para Soluna. Meus pulmões parecem cheios de areia.
— A invasão... — Minha voz falha, o ar sumindo. — Já começou?
Soluna não responde, está estática, os olhos arregalados fixos no que se transformou a flor, e agora a bruxa é só mais uma garota perdida no quarto.
— Não tem como — eu mesma respondo, balançando a cabeça, mesmo que a minha loba esteja arranhando meu peit