— Aceita uma bebida, Molly?
Sua língua sai para molhar os seus lábios antes de ela responder.
— Sim, por favor.
Sirvo a ela uma dose e faço um gesto para que ela sente-se na cadeira à frente da minha mesa. Eu sento-me na minha cadeira e observo com prazer o seu cruzar e descruzar de pernas. E que pernas.
— Como eu disse, não me lembro de nos conhecermos pessoalmente.
— Você era calouro quando eu estava indo para Stanford. Frequentávamos círculos diferentes de amizade. Não quer dizer que eu nunc