Uma maldit@ caixa de madeira, com um grande laço vermelho.
Quando tropeço a estrutura tomba, mas não se abre. No entanto, pela fresta de sua tampa, um líquido escuro e espesso escorre. Me agacho ao lado da caixa sem a tocar, somente de olhar vejo que é sangue.
— Puta merda! — minha reação espontânea, não contém o palavrão.
Eva, que até o momento estava escondida, aparece na porta. Os olhos vidrados, presos na caixa, sem expressão. Fica paralisada, em choque. Me levanto e vou até ela, com d