Seu coração pulsava mais rápido, como um tambor ecoante.
Ela sentia como se estivesse se afogando.
Clara nunca imaginou que um dia seria beijada por Simão no armário dele.
Depois de um tempo, ele a soltou, apenas a observando.
Um arrepio percorreu todo o corpo de Clara, sentindo que cada célula estava impregnada com a aura dominante dele.
Ela foi puxada para fora.
Ela sabia que ainda estava nua da cintura para baixo, desajeitada em suas ações.
- Você não está com fome? Vamos comer algo. – Disse