A mão de Simão quase ficou presa na porta, evidenciando que ela realmente não tinha piedade.
Ele permaneceu parado do lado de fora da porta por um bom tempo, incapaz de se recompor.
Sua mente parecia ter travado.
Quando finalmente se recuperou, sentiu uma onda de raiva subindo do peito à cabeça.
Respirou fundo e entrou no elevador.
Uma aura fria e sombria parecia congelar o espaço ao seu redor.
Quanto mais irritado Simão ficava, mais calmo ele se tornava.
Ao sair do prédio, viu Nico encostado no