Álvaro tinha alguns botões soltos em sua gola e parecia um pouco desleixado. Ele jogou a cinza do cigarro com os dedos elegantes e sorriu, recolhendo o dinheiro da mesa em sua frente.
- Apenas sorte. – Disse ele.
Não se sabia se ele estava respondendo ao jogo ou à pergunta do homem.
Seus lábios finos tinham um leve tom de pó, exalando uma aura quase demoníaca de beleza.
Provavelmente, ele havia deixado de lado sua inocência e pureza diante de Ana, e agora parecia ter uma presença marcante.
- Iss