A consciência de Clara estava obscurecida, mas ela conseguia sentir nitidamente a dor e o contínuo som do carro em movimento.
Um forte cheiro de gasolina impregnava o veículo, deixando-a enjoada.
A voz de um homem ecoava em seu ouvido e ela podia sentir sua mão percorrendo seu corpo.
O carro não parava, o homem não ousava fazer mais nada.
O carro parou em uma fábrica abandonada, não muito longe da cidade, estava em processo de demolição. Não havia ninguém por ali naquela noite, apenas máquinas f