— Já estou no limite, Julieta — respondeu Marcelo com a mandíbula cerrada. — Não se preocupe, vamos levá-lo a tempo.
Tomás murmurou algo inaudível e se moveu ligeiramente, o que fez Julieta se inclinar mais perto dele.
— Estou aqui, Tomás. Não se preocupe. Vamos ao hospital — disse, acariciando suavemente seu cabelo.
— Dói... tudo dói — murmurou ele com voz apenas audível e os olhos fechados.
— Eu sei, eu sei — respondeu Julieta, com lágrimas nos olhos. — Mas vai ficar bem. Não vou deixar qu