O quarto de Julieta era escuro e silencioso, uma jaula luxuosa mas sem vida. Haviam se passado vários dias desde que a trouxeram para cá, e a monotonia, junto com o isolamento, começava a desgastá-la. Julieta sentia sua paciência se esgotar e a necessidade de encontrar uma saída, mas, a cada tentativa de resistência, a vigilância ao seu redor só se tornava mais forte.
Naquela tarde, enquanto se mantinha acordada na penumbra, ouviu o som pesado da porta se abrindo. Entrou a mulher robusta, com s