Alya já tinha aprendido, do jeito mais doloroso possível, que na vida dela a calmaria nunca vinha de graça. Quando tudo parecia normal demais, era porque alguma coisa ruim estava se preparando por trás do cenário.
Nos últimos dias, os meninos estavam saudáveis, a escola seguia na rotina, o trabalho, embora cansativo, estava estável. Paolo aparecia no parque, na lanchonete, na casa, tentando ser pai. Nada explodia, ninguém gritava, nenhuma ameaça direta.
E era exatamente isso que a deixava inqui