Alya voltou à consciência como quem volta de um mergulho fundo demais. Primeiro veio o som, um apito ritmado, vozes baixas, passos no corredor. Depois, a luz branca cortando os olhos.
Em seguida, a dor. Um peso no corpo inteiro, como se tivesse sido atropelada por um mundo inteiro, não apenas por um caminhão. Tentou se mexer e um gemido escapou.
— Calma, moça. — uma voz suave pediu, perto dela — Não tenta levantar ainda.
Alya piscou até conseguir focar. Viu uma enfermeira de jaleco claro,