Charlene queria ignorar o telefone do magnata, mas uma olhada na tela a fez mudar de ideia e, com um sorriso sinistro no rosto, atendeu.
A voz de Deirdre era tão fraca que parecia um murmúrio:
― Quando você volta para casa, Brendan? Eu... estou tendo alguma dificuldade para respirar. Por favor, leve-me a um hospital. ―
‘Dificuldade para respirar?’ Charlene riu para si mesma. ‘Deus, que desculpa patética essa vadia inventou. Deirdre age como se não se importasse, esperando que eu baixe a guard