Deirdre ficou congelada, no mesmo lugar, com os olhos arregalados de espanto, enquanto ouvia o som de alguém soluçando com o rosto coberto, provavelmente pelas mãos, ou contra um ombro em um abraço carinhoso. Ela sentiu como se seus ouvidos estivessem pregando uma peça nela e ela estava com tanta dor que não conseguia falar.
A voz que ela reconheceria em qualquer lugar... A voz que fez companhia a ela todo esse tempo e a chamou de filha com tanto carinho dizia a mesma frase para outra garota.