A noite caía sobre a mansão como um manto de veludo negro, engolindo o mundo exterior e deixando apenas a imponente estrutura como uma ilha isolada. Kiara, sentada na beira da enorme cama, deixava seus pensamentos vagarem, seus dedos traçando os padrões do lençol de seda como se tentasse decifrar os labirintos da mente de Sergey. Ele tinha um jeito de fazer isso com ela — torná-la inquieta mesmo nos momentos mais tranquilos.
A porta do quarto se abriu, e Sergey entrou, sua presença preenchendo