— Dante? — ela perguntou, a voz falhando.
— Abre essa porta, Isadora. Agora. — Não era um pedido; era uma ordem carregada de urgência.
Assim que ela girou a chave, ele a empurrou para dentro, fechando a porta com o pé e prensando-a contra a madeira. Dante não disse nada. Ele apenas a encarou por um segundo, os olhos dilatados e escuros, antes de tomar os lábios dela com uma fome que beirava o desespero.
Ele a ergueu, e Isadora, vencida pelo desejo que tentou sufocar a noite toda, entrelaç