Theo a levou para um bar de jazz escondido no subsolo de um prédio antigo no centro de São Paulo. O ambiente era rústico, com luzes baixas e um balcão de madeira escura que cheirava a bourbon e história. Nada de mármore, nada de vidros, nada de luxo ostensivo como a Empire.
— Aqui, ninguém se importa com quem é seu pai ou qual o tamanho da sua conta bancária — Theo disse, pedindo dois drinques fortes. — Aqui, você é só a Isadora.
Ele a puxou para uma conversa leve, mas seus olhos nunca sa