POV ZOE
Eu devia ter desconfiado que o navio não deixaria a gente em paz nem por pena.
Depois das brincadeiras absurdas, da maçã pendurada, dos balões, da Célia gritando “mais conexão, Maldonado!” como se pudesse arrancar amor de duas pessoas no grito, eu sinceramente achei que teríamos ao menos algumas horas de sossego. Um fim de tarde quieto. Um banho. Um jantar qualquer no restaurante principal. Talvez um silêncio constrangido na cabine e, se Deus tivesse piedade de mim, a possibilidade de f