POV ZOE
Parou perto o bastante para que eu sentisse o calor dele, o sono ainda preso na pele dele, o homem inteiro ali sem nenhuma vontade de fazer jogo.
Os dedos dele tocaram meu cabelo e afastaram uma mecha do meu rosto.
— Ok — disse.
Só isso.
Mas era Raul dizendo.
Então já era muito.
— Ok? — repeti.
Ele assentiu.
— Ok. Ninguém vai dizer que você conseguiu nada por favor meu.
Meu peito apertou.
Não de tristeza.
De alívio.
— Você já provou que merece essa vaga — continuou. — E eu não preciso t