João estava visivelmente irritado, mas com a voz firme. Juli, vermelha de raiva, cruzava os braços e não desviava o olhar.
— Não é mais uma boa ideia manter Irina presa como uma escrava, — disse João, cada palavra pesada, — ela serviu a mim e à casa por dez anos. Eu tenho que ser grato pelo que ela fez.
Juli bufou, tentando reagir, mas João continuou:
— Não estou dizendo que vou mandá-la embora. Não sei ficar nesta casa sem Irina. Mas ela não pode ser tratada como propriedade. Entendeu?
A raiva