Playboy
Ela me encara com os olhinhos mais inocentes que eu já conheci, e nega com a cabeça quando coloco a mão na maçaneta da porta, para destrancar.
— Espera! — ela vem em minha direção e segura meu punho, me puxando para trás novamente — minha mãe chegou.
— Não tem ninguém aqui, Cinderela.
— Ela chegou.
— Como sabe? — pergunto a ela que já me olha apreensiva.
— Ouvi ela acionar o alarme. Você não pode sair!
— Eu pulo a janela de novo. — aviso.
— Não, as câmeras estão ligadas agora. Qua