( Nicholas Cooper )
Ali estava eu. Deitado sobre o mesmo colchão que durmo a mais de cinco anos, mas que enigmaticamente não parecia ser meu porto de descanso. Tinha algo muito estranho ali. Poderiam ser os lençóis, o travesseiro mais alto, ou quem sabe o amaciante novo. Mas também pode ser essa menina, deitada ao meu lado, virada para mim, com os cabelos jogados no travesseiro, rosto angelical e uma mão posta embaixo da bochecha e a outra pousada no meio da cama, quase tocando em mim.
Isso é e