Jason estava no sofá havia tanto tempo que já tinha uma marca visível no estofado, como se o móvel tivesse se moldado ao peso do corpo dele. Garrafas de cerveja vazias ocupavam a mesa de centro, misturadas a pacotes de salgadinhos e o controle remoto da televisão, que ainda exibia o mesmo canal de filmes desde a noite anterior.
Os dias haviam se tornado um borrão de sono, bebida e silêncios solitários. Desde que Eloise embarcara para o Canadá, sua vida parecia vazia, mais fria. Jason jamais adm