MARKUS BLACKWOOD
A sala de estar da minha cobertura, que geralmente parecia uma página de revista de arquitetura minimalista, tinha sido invadida por um furacão vermelho e branco.
— Pai! Acabou o vermelho! — Mark gritou do outro lado da sala, segurando uma cesta de vime vazia de cabeça para baixo.
Ajeitei a gravata em frente ao espelho e respirei fundo, tentando acalmar o coração que batia num ritmo que eu não sentia desde a minha primeira cirurgia solo.
— Tem mais sacolas na cozinha, f