LEAH HAMPTON
A manhã seguinte chegou com a sutileza de um desfibrilador no nível máximo.
Abri os olhos com o som do despertador e, por um microssegundo, tudo parecia normal. Então, a memória da noite anterior caiu sobre mim como uma bigorna.
Eu tinha um encontro com Markus Blackwood.
Enterrei o rosto no travesseiro e soltei um grito abafado que era 50% pânico e 50% uma euforia que eu não sentia desde a faculdade.
Levantei-me, forcei meu cérebro a entrar no "modo trabalho" e fui para o