DIanne
Adan tinha um tamanho ideal. Diria treze ou quatorze centímetros de comprimento e uma circunferência um tanto robusta que não sabia precisar quanto. Caberia direitinho na minha garganta sem me fazer sentir ânsia ou asfixiar.
Quando o seu membro inteiro foi guardado na minha boca, comecei a chupá-lo tirando e engolindo-o novamente. Adan gemeu por meu nome e agarrou os cabelos da minha nuca, mas permitiu que eu continuasse a ditar a forma com a qual o degustava.
— Querida... — grunhiu exasp