Cap.24
Vinho, Verdades e Uma Gata Borralheira
Onze horas da noite. A Casa da Ponte estava em silêncio, apenas o tamborilar distante da chuva fina que parecia não querer cessar, no jardim, quebrava a quietude.
No quarto de Katleia, porém, o silêncio era preenchido pelo som rítmico das teclas do laptop e pela respiração concentrada de duas pessoas.
Katleia digitava freneticamente, os olhos vidrados na tela, quando a voz de Maju ao seu lado cortou o transe.
— Kat, ele vai beijar ela agora? Seus...