Em São Paulo, André terminava a refeição que havia prometido preparar para Camille.
Ela permanecia apoiada na bancada da cozinha, observando cada movimento dele.
Vestido com o uniforme de chef, André se movia com naturalidade entre as panelas e os ingredientes. De vez em quando, experimentava o molho ou ajustava algum tempero, buscando a perfeição que tanto exigia de si mesmo.
Camille acompanhava tudo em silêncio.
Cada gesto dele parecia hipnotizá-la.
E André percebia.
Percebia o olhar dela.
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