Ponto de Vista de André
— Amor… eu estou aqui. Abre os olhos. Volta pra mim…
Minha voz saía embargada. Beijei a mão dela com cuidado, como se qualquer movimento brusco pudesse afastá-la ainda mais.
— Você está me ouvindo? Sou eu… o André. Eu estou bem. Pode sentir minha mão?
Nada.
Só o som contínuo dos monitores.
— Fala comigo, Samantha… acorda.
Um tempo passou e eu não podia ficar tanto quanto queria. Ainda estava em recuperação e os médicos insistiam para que eu voltasse ao meu