Ponto de Vista de André
Acordei sentindo… leveza.
Uma leveza estranha.
Abri os olhos devagar, encarando o teto branco. Hospital.
Virei o rosto com dificuldade. Meu braço estava pesado — engessado. Havia um acesso no outro. Minha perna também estava suspensa, imobilizada.
E eu não sentia quase nada.
Meu pai estava sentado ao lado da cama, mexendo no celular. Minha mãe no sofá perto da porta, junto com minha irmã.
Mas havia uma ausência gritante.
— Pai… o que aconteceu? Onde está