Dois dias haviam se passado desde a visita ao Templo da Lua.
Elena acordou antes do nascer do sol.
Na pequena cabana da fundação, o silêncio era interrompido apenas pelo canto dos pássaros.
Ela abriu lentamente os olhos e, por alguns segundos, esqueceu toda a dor que carregava.
Levou a mão até a barriga.
Sorriu.
— Bom dia, meu amor.
Fazia alguns dias que conversava com o bebê todas as manhãs.
Era um hábito que nascera sem que percebesse.
— Hoje vamos descobrir um segredinho seu.
Tomo