O choro continuava atrás da porta.
Era fraco, entrecortado, como o de uma criança cansada.
Helena apertou a chave dourada.
— Precisamos abrir.
— Pode ser uma armadilha — Gabriel advertiu.
— Pode ser uma criança.
Amália empalideceu.
— Artur nunca deixaria uma criança viva naquele lugar.
— Então por que ela está chorando? — Celina perguntou.
Isadora encostou o ouvido à porta.
O choro cessou.
Todos ficaram imóveis.
Então vieram três batidas do outro lado.
Helena inseriu a chave na fechadura.
A por