A criança permanecia junto à janela da Fazenda Villagran.
Era uma menina de aproximadamente oito anos, magra, com os cabelos escuros presos em duas tranças. Eduardo segurava seu ombro, mantendo-a diante do vidro como uma prova viva.
No pulso esquerdo, a marca em forma de meia-lua aparecia sob a manga do vestido.
Gabriel ficou imóvel.
— Quem é ela?
Eduardo sorriu.
— A pergunta certa é: quem você pensa que ela é?
Sofia segurou o braço do irmão.
— Afaste-se dela.
— Vocês ainda acreditam que podem