Eduardo manteve a arma apontada para Celina.
A mulher permanecia na entrada da Fazenda Villagran, imóvel sob a chuva fina, com o rosto pálido e os olhos fixos em Augusto.
— Não se aproxime — ela disse.
Augusto segurou as rodas da cadeira.
— Mãe.
Celina levou a mão ao peito.
— Não me chame assim.
A palavra atingiu-o profundamente.
Madalena avançou um passo.
— Celina.
— Você ainda está viva.
— Eu poderia dizer o mesmo.
Eduardo observava as duas com um sorriso discreto.
— É emocionante, não é? Dua