Uma semana se passou desde que Clara chegou em casa.
A cobertura já não parecia a mesma.
O silêncio elegante que um dia dominou cada cômodo foi substituído por mamadeiras sobre a bancada, mantinhas dobradas no sofá e pequenos chorinhos que ecoavam pelo corredor durante a madrugada.
Helena caminhava pela sala com Clara nos braços, embalando a filha devagar.
A menina tinha acabado de mamar e lutava contra o sono.
— Você é igual ao seu pai.
Ela sussurrou.
— Morre de sono, mas não quer admitir.
Com