elena passou a semana seguinte tentando aprender a viver como se estivesse morta.
A ideia parecia absurda quando colocada em palavras, mas era exatamente isso que fazia todos os dias. Acordava em um quarto que não era seu, vestia um jaleco sem o sobrenome Bellini, atendia pacientes que jamais tinham ouvido falar de seu casamento, comia em silêncio no refeitório da base e evitava qualquer tela que pudesse mostrar o mundo que deixara para trás.
Ainda assim, o mundo encontrava formas de atravessar