O recém-chegado ainda tinha a aura latejando por causa da queda quando olhou para a figura ao lado — a mulher-demonessência que o guiava pelos corredores pulsantes do Inferno.
— Como é teu nome? — perguntou ele, tentando organizar a própria energia.
A criatura sorriu com diversas memórias vibrando ao mesmo tempo:
— Já tive muitos. O atual é Haidê Marina. Já fui Ileana, Silvânia… depende da encarnação. Cada vida me molda de um jeito.
Ele piscou, reconhecendo.
— Ahhhh… eu lembro da tua encarnação