Ela…
Meus pulsos ainda latejavam, amarrados com força pela fita que cortavam minha pele a cada movimento.
As mãos estavam dormentes, e a cadeira em que fui jogada rangia com qualquer tentativa de mexer o corpo.
O frio era cortante, úmido, e o cheiro de mofo impregnava minhas narinas.
O galpão era grande, escuro e silencioso — tão silencioso que o som do meu próprio coração parecia ecoar pelas paredes.
Um lugar esquecido, escondido do mundo.
Um lugar perfeito p