Capítulo 125 No Escuro

Ela…

Meus pulsos ainda latejavam, amarrados com força pela fita que cortavam minha pele a cada movimento.

As mãos estavam dormentes, e a cadeira em que fui jogada rangia com qualquer tentativa de mexer o corpo.

O frio era cortante, úmido, e o cheiro de mofo impregnava minhas narinas.

O galpão era grande, escuro e silencioso — tão silencioso que o som do meu próprio coração parecia ecoar pelas paredes.

Um lugar esquecido, escondido do mundo.

Um lugar perfeito p
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