Minha
Minha boca está seca, eu acordo desorientada. Meu batimento cardíaco é lento e doloroso. Espero não ter convulsão. Tudo está escuro neste lugar e o cheiro de armazenamento me dá náuseas, minha ferida ainda dói, minhas mãos e pés ainda estão amarrados à cadeira de metal.
As portas se abrem e Aitor entra ao lado de Karla, a maldita me olha como se eu fosse um lixo.
-Bem olha quem temos aqui, meu marido já sabe que essa menina está aqui.
Você é estúpido ou o que?
Seu marido, desde quando. Nã