LEONARDO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
Voltei para casa com um peso insuportável nos ombros. O trajeto até a minha residência foi longo, mesmo que a distância fosse curta. Cada semáforo, cada parada, aumentava o turbilhão de pensamentos na minha cabeça. Ângelo estava morto. Morto por confiar em mim, morto por estar no lugar errado, na hora errada. Rocco havia conseguido um golpe certeiro, mas eu não permitiria que ele vencesse.
Quando entrei pela porta da frente, Rafaella estava na cozinha, preparand