RAFAELLA MARTINI NARRANDO.
ITÁLIA.
Observei Celina se afastar. Assim que ela sumiu de vista, me virei para Leonardo.
— Me deixe sozinha com meu pai. Preciso falar com ele. — A minha voz estava firme, mas sabia que Leonardo sentia a angústia escondida nela.
Leonardo hesitou, os seus olhos encontrando os meus, buscando uma explicação que eu não estava disposta a dar naquele momento. Finalmente, ele assentiu.
— Vou esperar no carro. — Ele disse suavemente, tocando o meu ombro brevemente antes de s