ADAM MARTINI NARRANDO.
ITÁLIA.
Enquanto deixava aquela casa abandonada, senti um peso enorme no meu peito. Sabia que a minha filha estava despedaçada, mas não podia ficar ali. Tinha que lidar com os meus próprios demônios.
Dirigi por ruas desertas, a minha mente cheia de pensamentos conflitantes. Rafaella jamais deveria ter descoberto a verdade dessa forma. Era para protegê-la, mas acabei causando mais dor. Não havia como voltar atrás agora.
Cheguei ao lugar onde estava me escondendo, um pequen