KILLIAM
Estar com Aurora em meus braços, viva e sem qualquer ferimento, deveria ter sido suficiente para me trazer paz. E, ainda assim, enquanto ela relaxava na banheira, dentro de mim as perguntas não cessavam. Elas se acumulavam, uma após a outra, pressionando minha mente.
Depois do banho, eu a levei de volta ao nosso quarto e a sentei com cuidado na cama. Pedi que esperasse, enquanto eu preparava algo para que se alimentasse.
Quando retornei, sentei-me ao seu lado e observei em silêncio enqu