AURORA
Eu não conseguia resistir ao vínculo. Era impossível fingir que ele não existia — que não pulsava como uma força invisível, insistente, inevitável.
Eu sabia que minha loba o havia marcado. E a última coisa que eu precisava era complicar ainda mais as coisas só porque meu corpo reagia à presença dele.
“Meu”.
Mais uma vez, ela pontuou.
— Não complique as coisas. Já não foi o bastante tê-lo marcado? Não podemos colocar em risco tudo que eles têm aqui — murmurei, tentando fazê-la entender