Gregório Smith
Eu não tinha o costume de esperar. Nunca precisei, para ser honesto. Quando eu queria algo, eu ia atrás e geralmente eu conseguia. Mas ali estava eu, parado dentro do carro estacionado em uma rua residencial simples, com os olhos fixos na entrada de um prédio de três andares, esperando.
A cada minuto que passava, eu me perguntava se estava ficando louco. O que eu estava fazendo ali? Por que, em nome de tudo que sempre fiz questão de priorizar na minha vida, eu estava tão obcecado