Massimo e Celeste estavam à espera de que alguém saísse da sala de operações. A cada minuto que passava, Celeste sentia que o coração se apertava. Massimo podia sentir a intranquilidade da jovem, a abraçou e lhe disse:
— Pietro é um teimoso. Acredite, ele vai se agarrar à vida. Você e seus filhos são pelo que vai lutar de agora em diante.
— Você acha?
— Não só acho! Estou completamente seguro!
Celeste respirou fundo e tentou acreditar nas palavras de seu cunhado, que não lhe davam muito consolo, mas precisava acreditar em algo, precisava de algo a que se agarrar.
Depois de alguns minutos, a porta da sala de cirurgia se abriu. O doutor Wagner saiu, seu semblante estava cansado, ele parecia cansado. Rapidamente, tanto Massimo como Celeste se aproximaram do médico.
— Doutor Wagner, como está Pietro? Como saiu tudo?
O rosto do médico não deu boa impressão a Celeste. Ela intuía que algo não ia bem.
— Como está? Nos diga! Não nos deixe assim... — disse Celeste suplicando.
— Senhor P