A dor aguda na lateral do meu corpo se intensifica enquanto Bosco me ajuda a sentar no sofá. Ele parece genuinamente preocupado, mas também desconfortável com a situação.
— Diana, eu... eu posso explicar. — Ele parece procurar as palavras certas, mas sua expressão é de desconcerto.
— O que estava fazendo no chão do seu escritório, Bosco? Dormindo? Por que não foi para o quarto? — Minha voz sai mais firme do que eu esperava, mas estou determinada a obter respostas.
— Eu raramente durmo no quarto