ADRIAN CORTEZ
O rubor no rosto de Letícia toda vez que eu falava alguma coisa provocando-a me deixava ainda mais com vontade de possuí-la.
Ela tentava disfarçar.
Tentava fugir.
Tentava agir como se minhas palavras não mexessem com ela.
Mas eu via.
Via no jeito como a respiração dela falhava.
Via na forma como apertava as próprias mãos quando eu chegava perto demais.
Via no olhar.
Principalmente no olhar.
Porque Letícia podia tentar negar o quanto quisesse...
Mas aquele corpo reagia a mim.
E Deu