Eduardo
A porta se fechou atrás dele, e o silêncio da sala pareceu avivar ainda mais seus pensamentos.
Eduardo largou a pasta sobre a mesa, sem cuidado, e passou a mão pelo rosto, impaciente. Afrouxou a gravata, como se o ar ali dentro tivesse se tornado insuficiente.
Começou a andar de um lado para o outro com passos firmes e irritados.
— Não. — A imagem de Helena insistia em voltar persistente, incômoda e aquilo o incomodava muito mais do que deveria.
— Isso não faz sentido… — murmurou, baix